RESPOSTA
Como definir um contrato de equivalência antes do cutover?
Revisado em .
Um contrato de equivalência define, antes do dual-run, quais saídas do legado e do substituto serão comparadas, qual tolerância é aceitável por campo ou regra, o que bloqueia o corte, quais exceções podem ser aprovadas e quem assina a decisão. Ele evita um percentual genérico de acerto: uma diferença pequena pode ser material, enquanto uma diferença grande de formatação pode ser irrelevante.
Passo a passo
- Liste outputs, campos críticos e regras de negócio que serão comparados.
- Defina tolerância por campo e classe de risco, não um único percentual global.
- Classifique previamente blocker, diferença material e diferença cosmética.
- Nomeie dono, validade e compensação para cada exceção aprovada.
- Fixe janela de observação, aprovadores, evidências mínimas e condições de rollback.
Como um agente faz isso
Na AgenticosCore, o Equivalence Contract orienta o Paralelo. Cada comparação e exceção entra na Trilha; Regras da Casa impedem o avanço fora dos critérios; e o Freio mantém o rollback operacionalmente acessível.
Perguntas frequentes
Qual percentual de concordância é suficiente?
Não existe percentual universal. O contrato deve separar campos e regras por materialidade. Para alguns itens, qualquer divergência é blocker; para outros, uma tolerância documentada é aceitável.
Quem aprova uma exceção?
O dono do risco definido antes do dual-run. Toda exceção precisa de justificativa, validade e ação compensatória, registradas no Evidence Pack.
Fontes primárias
- AI RMF Core — NIST