RESPOSTA
Como aposentar um sistema legado sem parar a operação?
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Para aposentar um sistema legado sem parar a operação, não se corta primeiro: roda-se o substituto em paralelo com a aplicação atual, comparam-se as saídas dos dois durante um período combinado e o corte só acontece quando o percentual de concordância acordado é atingido. O risco do desligamento não está na tecnologia nova — está em descobrir tarde que a aplicação antiga fazia algo que ninguém documentou.
Passo a passo
- Inventarie o que a aplicação faz de verdade pelo uso, não pelo manual: quais entradas recebe, quais saídas produz, quem depende delas.
- Mapeie as regras de negócio escondidas — as que estão no código e as que viraram prática da equipe.
- Coloque o substituto rodando em paralelo, recebendo as mesmas entradas, sem efeito em produção.
- Compare saída por saída e classifique cada divergência: erro do novo, erro do antigo, ou regra não mapeada.
- Defina antes o critério de concordância que autoriza o corte, e só então desligue — com plano de volta escrito.
Como um agente faz isso
Na AgenticosCore isso é o Paralelo, e é obrigatório em porte G. O agente roda em sombra ao lado do sistema atual, cada execução fica na Trilha, e o corte é sempre decisão sua, com o painel de concordância na mão. O Freio desliga o agente a qualquer momento, com 1 clique.
Perguntas frequentes
Quanto tempo o Paralelo precisa rodar?
O suficiente para cobrir o ciclo do processo, incluindo fechamento e exceções sazonais. Em porte G isso costuma ficar dentro das 8 a 12 semanas do projeto — mas quem define o critério de parada é o número de concordância, não o calendário.
E se a divergência for erro do sistema antigo?
Acontece com frequência, e é um dos ganhos do Paralelo: você descobre onde a aplicação legada estava errada antes de replicar o erro. Cada divergência é classificada, não apagada.
Fontes primárias
- Retiring service components securely — UK Government Security