OS PORTES

Agentes de vários tamanhos. Você começa pelo que cabe no seu trimestre.

O mercado vende agente por função. A gente vende por tamanho, porque é o tamanho que define prazo, preço e risco. De uma tarefa que hoje mora numa planilha até uma aplicação legada inteira que precisa sair do ar.

A regra da escada: Sobe-se um degrau por vez. Ninguém entra em porte G sem um agente P ou M já no ar — é o que separa entrega em semanas de piloto que morre em seis meses.

P

Agente de Tarefa

Uma tarefa que hoje mora numa planilha, num script ou na cabeça de alguém. É o degrau que prova execução em semanas, não em PDF.

Escopo
1 tarefa, 1 entrada, 1 saída, 1 ou 2 sistemas
Prazo típico
1 a 2 semanas
Preço
Setup R$2.997 + R$1.497/mês

O que sai do ar

  • Planilha com macro que só uma pessoa sabe rodar
  • Script solto no computador de alguém
  • Formulário interno que gera trabalho manual do outro lado
  • Relatório montado na mão toda semana

A fronteira deste porte

Roda sozinho no bastidor. Sem gate — a saída não toca cliente nem dinheiro.

M

Agente de Fluxo

Um processo inteiro, de ponta a ponta, atravessando os sistemas que você já tem — inclusive os que não têm API decente.

Escopo
1 processo ponta a ponta, 3+ sistemas, exceções tratadas
Prazo típico
3 a 5 semanas
Preço
Setup R$9.997 + a partir de R$1.497/mês

O que sai do ar

  • Fila de chamados e a triagem manual em cima dela
  • Portal interno que ninguém quer manter
  • Robô de RPA que quebra a cada mudança de tela
  • Fluxo de aprovação que vive no e-mail

A fronteira deste porte

Autônomo por dentro: lê, classifica, concilia, roteia e executa o reversível. Pede aprovação no que é externo, financeiro ou irreversível.

G

Agente de Sistema

Paralelo obrigatório

Uma aplicação legada sai do ar. O agente assume o trabalho que ela fazia, roda em Paralelo com ela até os números baterem, e o corte é decisão sua.

Escopo
1 aplicação aposentada, com mapeamento de regra, Paralelo e plano de corte
Prazo típico
8 a 12 semanas
Preço
Sob consulta

O que sai do ar

  • O sistema interno inteiro — aquele de 2011 que ninguém mais sabe manter
  • O módulo de ERP que a operação contorna em planilha
  • A licença de SaaS de nicho que custa mais do que entrega
  • O produto descontinuado pelo fornecedor

A fronteira deste porte

Paralelo primeiro: o agente roda em sombra e as saídas são comparadas. Corte assistido, com o critério de concordância acordado antes. Depois, operação contínua.

XG

Esquadrão

Paralelo obrigatório

Vários agentes orquestrados sob as mesmas Regras da Casa, com dono e SLA. É operação, não projeto.

Escopo
Vários agentes sob as mesmas Regras da Casa, com dono nomeado e SLA
Prazo típico
Trimestre a trimestre, com revisão mensal
Preço
Sob consulta

O que sai do ar

  • Um conjunto de sistemas e a operação manual em volta deles
  • O contrato de sustentação que só mantém a luz acesa
  • A dependência de um único fornecedor que sumiu

A fronteira deste porte

Cada agente carrega a própria fronteira. A orquestração não afrouxa aprovação: o que era irreversível continua passando por gente.

QUANDO FAZ SENTIDO CHAMAR A GENTE

Sete momentos em que esse trabalho vira orçamento.

Ninguém acorda querendo comprar IA. O trabalho vira orçamento quando aparece uma data, uma fatura ou um achado de auditoria. Se algum destes é o seu momento, o Diagnóstico já tem o que responder.

Fim de suporte anunciado

“A versão que a gente usa sai de suporte no ano que vem.”

A data não é sua, é do fornecedor. Ou você atualiza uma coisa que já não deveria existir, ou aposenta o trabalho que ela faz antes do prazo.

Renovação de licença cara chegando

“Chegou a renovação e o reajuste veio absurdo.”

O preço de renovar é, literalmente, o orçamento do agente. É a única janela do ano em que o custo de manter fica visível para quem assina.

Saiu quem sabia manter

“Só o Fulano sabia mexer nisso, e ele foi embora.”

O conhecimento saiu pela porta e o risco ficou. Mapear o que o sistema faz de verdade deixa de ser projeto e vira contenção de dano.

Achado de auditoria sem trilha

“A auditoria pediu evidência de quem fez o quê e a gente não tem.”

Registro reconstruído depois não passa. Trilha por ação e revisão de acesso deixam de ser boa prática e viram prazo com dono.

Migração travada ou estourada

“A gente já gastou nesse projeto e ele não saiu.”

Ninguém quer aprovar mais um trimestre no escuro. Uma fatia pequena entregue em semanas recupera a credibilidade que o projeto grande perdeu.

Fila crescendo mais rápido que o time

“O backlog cresce e eu não consigo contratar.”

Contratar não resolve na velocidade do problema. O que é bastidor pode sair da fila sem aumentar o time.

Fornecedor descontinuou ou sumiu

“O produto foi descontinuado e o integrador não existe mais.”

Sem quem dê suporte, cada dia no ar é risco puro. A pergunta deixa de ser “vale a pena trocar?” e vira “o que assume esse trabalho?”.

COMO O PORTE É MEDIDO

Porte é medido, não opinado.

O porte não é opinião: sai de cinco perguntas objetivas — quantos sistemas o trabalho toca, se esses sistemas têm acesso a dado disponível, qual o volume por mês, quem aprova o quê, e se a saída é externa ou irreversível. Dois desses respondidos para cima já sobem o porte.

O Diagnóstico devolve o porte de partida a partir do volume que você informar. Os demais critérios — quantos sistemas, se há acesso ao dado, quem aprova o quê — são confirmados na conversa. Se não houver caminho de leitura do dado, o porte cai ou dizemos que não é caso para agente.

Perguntas frequentes

Vocês desligam meu sistema no primeiro mês?

Não. Em porte G o Paralelo é obrigatório: o agente roda em sombra ao lado da aplicação atual e as saídas são comparadas. O critério de concordância é acordado antes, e o corte é decisão sua.

Como sei qual porte é o meu caso?

O porte sai de cinco critérios objetivos: quantos sistemas o trabalho toca, se há acesso ao dado, o volume por mês, quem aprova o quê e se a saída é externa ou irreversível. O Diagnóstico devolve o porte de partida; o final é confirmado na conversa.

Posso começar direto pelo porte G?

Não recomendamos e não vendemos assim. Ninguém entra em porte G sem um agente P ou M já no ar — é o que separa entrega em semanas de piloto que morre em seis meses.

Quanto tempo até o agente no ar?

Agente de porte P no ar em até 15 dias úteis ou devolvemos o setup. O relógio pausa enquanto depender de acesso, informação ou aprovação sua — escrito em contrato.