Sete termos proprietários, cada um com uma definição citável e um link para a resposta ou o template onde ele é aplicado. Se um termo mudar, esta página muda junto.
Legacy Exit é a retirada controlada de um processo ou aplicação legada depois que um substituto prova equivalência suficiente para o uso acordado. Em vez de reescrita ampla ou corte big-bang, o trabalho roda em dual-run, classifica divergências e só avança com aprovação humana, rollback testado e pacote de evidências.
Paralelo é a execução do agente em sombra, ao lado do sistema atual: ele recebe as mesmas entradas e produz as mesmas saídas, sem efeito em produção. As saídas dos dois são comparadas por um período combinado, cada divergência é classificada e o corte só acontece quando o critério de concordância acordado é atingido.
Contrato de Equivalência é o acordo escrito, definido antes do dual-run, que estabelece quais saídas do legado e do substituto serão comparadas, a tolerância aceitável por campo ou regra, o que bloqueia o corte, quais exceções podem ser aprovadas, por quem e sob quais condições de rollback.
Evidence Pack é o dossiê que sustenta a decisão de desligar um sistema legado: o resultado do período em paralelo com a concordância medida, cada divergência classificada com dono e decisão, as aprovações humanas com nome e data, e o plano de rollback testado. Se alguém questionar o corte depois, a resposta está escrita.
Trilha é o registro de auditoria gerado no momento de cada ação do agente: quem executou, o quê, quando, sobre qual dado e sob qual regra. Diferente de um relatório montado depois, ela nasce na execução e é a peça apresentada quando auditoria, cliente ou autoridade perguntam como o trabalho foi feito.
Freio é a interrupção imediata da execução do agente, acionada pelo cliente em um clique, sem ticket e sem depender de terceiros. Controle que depende de outra empresa não é controle: o Freio garante que a operação para quando você decide — antes, durante ou depois do Paralelo.
Regras da Casa são as fronteiras executáveis da autonomia do agente: o que ele pode fazer sozinho, o que exige aprovação e quem aprova o quê. Escritas uma vez, valem em toda execução — mudanças em produção, acesso privilegiado, dinheiro e cutover sempre param no portão humano definido ali.