OS AGENTES

Oito casos de tecnologia. Cada um começa pela pergunta que importa: o que sai do ar.

Não reescrevemos o legado — aposentamos ele. Cada agente é software com cargo definido, Regras da Casa claras e a Trilha ligada. Sem persona, sem nome próprio. O tamanho de cada um está em portes.

Acessos e Identidade

porte M

Solicitação de acesso tratada na hora, com a regra aplicada e a trilha pronta para a revisão de acesso

Sai do ar: O portal de acesso caseiro, a planilha de matriz de permissão e o fluxo de aprovação que vive no e-mail.

Faz sozinho

  • Recebe e interpreta a solicitação
  • Confere contra a matriz de permissão e a política
  • Provisiona o que é reversível e de baixo risco
  • Monta a evidência da revisão periódica de acesso

Pede aprovação

  • Acesso privilegiado ou administrativo
  • Exceção à política
  • Concessão fora do perfil do cargo
Ver o agente Acessos e Identidade

Alertas e Incidentes

porte M

Alerta triado, enriquecido e classificado no minuto em que chega

Sai do ar: O runbook em Word, o script de plantão e o console de alertas que ninguém mais olha.

Faz sozinho

  • Tria o alerta e descarta o ruído conhecido
  • Enriquece com contexto de ativo, dono e histórico
  • Correlaciona alertas do mesmo incidente
  • Executa a contenção reversível e documenta

Pede aprovação

  • Contenção que derruba serviço em produção
  • Bloqueio de usuário ou host crítico
  • Qualquer ação sem volta
Ver o agente Alertas e Incidentes

Integrações e Dados

porte M

Onboarding de dado que levava semanas passa a levar horas

Sai do ar: O ETL caseiro, a integração ponto a ponto e o “cara que roda o script” toda madrugada.

Faz sozinho

  • Mapeia o formato de origem, inclusive quando muda
  • Transforma, valida e concilia contra a base
  • Trata a exceção conhecida e isola a desconhecida
  • Registra volume, erro e divergência na Trilha

Pede aprovação

  • Carga que sobrescreve base de produção
  • Mudança de regra de conciliação
  • Descarte de registro divergente
Ver o agente Integrações e Dados

Service Desk

porte M

Fila triada, classificada e roteada sozinha, com o que é de bastidor já resolvido

Sai do ar: O sistema de ticket legado, a fila de e-mail e a classificação manual em cima dela.

Faz sozinho

  • Tria e classifica cada chamado pelo assunto real
  • Roteia para a fila e o dono certos
  • Resolve sozinho o que é de bastidor (reset, consulta, liberação reversível)
  • Prepara a resposta e anexa a evidência

Pede aprovação

  • A resposta que vai ao usuário
  • Fechamento de chamado crítico
  • Escalonamento externo
Ver o agente Service Desk

Backoffice de Dados

porte P

Cadastro limpo, conciliação fechada e o relatório pronto antes de você pedir

Sai do ar: A planilha mestre, a rotina de fechamento na mão e o MDM improvisado.

Faz sozinho

  • Concilia cadastros entre sistemas
  • Deduplica e normaliza registro
  • Fecha a rotina periódica e monta o relatório
  • Aponta a divergência com o rastro de origem

Pede aprovação

  • Alteração que muda número oficial
  • Fusão de cadastros
  • Exclusão de registro
Ver o agente Backoffice de Dados

Documentos e Contratos

porte P

Documento lido, dado extraído e cláusula comparada contra a sua política

Sai do ar: A pasta compartilhada com conferência humana e o formulário de compliance preenchido na mão.

Faz sozinho

  • Lê e extrai o dado estruturado do documento
  • Compara cláusula contra a política vigente
  • Marca divergência, ausência e prazo
  • Monta o resumo com a citação da origem

Pede aprovação

  • O parecer que vale como decisão
  • Aceite de cláusula fora da política
  • Envio ao jurídico ou ao fornecedor
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Sunset de Legado

porte G

A aplicação legada sai do ar sem susto: o agente roda em sombra ao lado dela, as saídas são comparadas, e o corte só acontece quando os números batem.

Sai do ar: A própria aplicação legada — depois do Paralelo, com o número de concordância na mão.

Faz sozinho

  • Inventaria o que a aplicação faz de verdade, pelo uso
  • Mapeia as regras de negócio escondidas no código e na prática
  • Roda em Paralelo e compara saída por saída
  • Monta o painel de concordância e o plano de corte

Pede aprovação

  • O corte da aplicação
  • O critério de concordância aceito
  • Qualquer desligamento em produção
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Operação e Release

porte P

Verificação de release feita igual toda vez, com a evidência montada sozinha

Sai do ar: O checklist em planilha, o runbook desatualizado e o “quem lembra faz”.

Faz sozinho

  • Roda a verificação pré e pós-deploy
  • Coleta e organiza a evidência de cada passo
  • Compara o resultado com a linha de base
  • Abre o registro do que falhou, com o log anexado

Pede aprovação

  • A promoção para produção
  • O rollback
  • Mudança de janela ou de escopo do release
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